Mais rápido do que uma bala, ele levou multidões ao cinema para comemorar seu aniversário de 75 anos: bateu recorde de bilheteria na abertura, nos Estados Unidos, e já faturou ao redor do planeta quase US$ 600 milhões. Quanto às críticas, tem para todos os gostos, mas sem dúvida, essa é a melhor das últimas aparições do herói mais querido de todos os tempos. O Super-Homem foi criado em 1938, em uma época em que o mundo precisava de um salvador, após a grande depressão da década de 1930. Desde então, é um dos maiores ícones da cultura pop, foi repaginado de acordo com a necessidade de esperança de cada época e, assim, passou por todas as mídias existentes no último século.
Desde sempre, essa foi comparada a outras histórias de sucesso. Para ser mais direta, a mais conhecida do mundo: as semelhanças da origem do mito, a criança que nasce em um lugar distante, cresce em uma terra estrangeira e depois salva o planeta. Há ainda as analogias que o conectam a Sansão e Hércules. Tanto histórico que deixou até o diretor apreensivo: “eu estava com medo, porque o Super-Homem é o Super-Homem, mas depois de ler o roteiro (assinado por David S. Goyer e Christopher Nolan), fiquei confiante, pois vi que tinha algo muito bacana que me interessou bastante. Tive que deixar passar esse medo pelo ícone que ele representa”, disse Zack Snyder em um encontro com a imprensa mundial.
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