"Queria fazer um filme no Brasil"
A atriz fala da sua relação com o País, onde já esteve várias vezes, conta como é chegar aos 60 anos em Hollywood e diz que seu maior papel ainda é o de mãe
por Cleide Klock, de Nova YorkKim Basinger acaba de completar 60 anos. Frente a frente, é impossível dar mais de 40 para ela. Linda e exuberante, há quem diga que a atriz que seduziu o mundo nos anos 1980 no filme “9 ½ Semanas de Amor” e ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 1998 com “Los Angeles – Cidade Proibida” esteja mais sexy do que nunca. Após um longo hiato, Kim volta à cena de Hollywood e poderá ser vista em cinco filmes ao longo de 2014. No dia 10 de janeiro, chega às salas de cinema no Brasil “Ajuste de Contas”, no qual completa um triângulo amoroso com os pugilistas Henry “Razor” Sharp e Billy “The Kid” McDonnen, vividos por duas estrelas acostumadas com o ringue, Sylvester Stallone (“Rocky”) e Robert De Niro (“Touro Indomável”). “Adoro artes marciais e boxe é um grande exercício para ficar em forma”, recomenda a bem-humorada atriz que, durante toda a conversa, esbanja sorrisos, gargalhadas e gentilezas. No filme, sua filha de 18 anos interpreta a personagem de Kim mais nova, mas a atriz rejeita comparações. “Ireland não está seguindo o meu caminho. Ela é ela. Desde pequena perguntávamos o que gostaria de ser quando crescesse e respondia sem pensar: ‘Quero ser eu mesma’”, relembra a atriz. Em quase todas as respostas, ela cita Ireland, filha do também ator Alec Baldwin, e frisa: “Ser mãe sempre será o meu maior papel”.
Leia na íntegra:
http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/341177_QUERIA+FAZER+UM+FILME+NO+BRASIL+
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