Em entrevista para divulgar seu novo filme, O Grande Milagre, Drew Barrymore diz que a vida está muito boa e que pretende se casar em breve com o namorado
POR CLEIDE KLOCK, DE LOS ANGELES; FOTOS: GETTY IMAGES, DIVULGAÇÃO

De bom humor, ela continua brincando com a joia. “É realmente chique, não é?”, pergunta, mostrando o anel que ganhou no último Natal. De joelhos, Kopelman pediu a mão da atriz em casamento no luxuoso resort de Sun Valley, em Idaho. Logo depois da pequena piada, ela cai na gargalhada, uma de tantas que soltou durante a conversa: “Amo rir, os melhores momentos para mim são aqueles em que as pessoas caem juntas na gargalhada.” O tom fica mais sério apenas quando lhe perguntam se ela já está pronta para ser mãe. “Isso é um assunto só meu”, responde, deixando no ar um certo mistério e atiçando ainda mais a curiosidade dos repórteres a respeito dos rumores de que ela estaria grávida.
Mas Drew parece não ligar muito para o que os repórteres possam estar pensando. Aos 37 anos e com uma adolescência tumultuada no currículo, recheada de problemas com drogas e álcool, a atriz diz ser uma pessoa muito bem resolvida. Trinta anos depois de sua estreia no cinema, no filme E.T., ela diz que aprendeu a se importar cada vez menos com a opinião alheia e que, por isso, perdeu o medo de assistir aos próprios filmes. “Isso acontecia quando eu era mais jovem e só atuava. Hoje, produzo meus filmes e quem produz tem que vê-los”, diz. “Quando você vai envelhecendo, reflete mais. Para que se preocupar com o que os outros pensam? Não dou nenhuma bola, nem me entrego a pressões bobas. Você tem que apenas se sentir bem consigo mesma.” E sentir-se bem, explica, significa levar uma vida saudável, com uma alimentação rica em legumes, repleta de positividade e autoestima.

Drew Barrymore em O Grande Milagre, em que vive uma ativista
MUITO AMORA atriz fala empolgada de sua nova personagem, a ativista ambiental Rachel Kramer. No longa do diretor Ken Kwapis(de Ele Não Está Tão a Fim de Você), baseado em fatos reais, Rachel luta para ajudar baleias que estão encalhadas no gelo do Ártico. O assunto se transforma em comoção nacional depois que o jornalista Adam Carlson (John Krasinski, da série The Office) publica uma comovente reportagem sobre o assunto. “Cindy Lowry (nome da ativista na vida real) é alguém que, além de não dormir e lutar com garra, tem uma grande paixão, aponta o dedo para as pessoas, diz aos governantes o que eles devem fazer. Eu gosto de paixão, é a melhor coisa do mundo”, afirma Drew.
Durante a entrevista, em Los Angeles, a palavra paixão foi a mais repetida por ela. Logo depois veio o verbo amar: “Amo cachorros, me sinto muito bem com eles”; “Amo isso de poder ter diferentes vidas, fui para o Alasca e vivi como eles, isso é o que mais amo em Hollywood”; “Nunca nadei com baleias, mas as amo e quero que as pessoas as deixem em paz. Já nadei com golfinhos, amei”; “Amo viajar e amo o Brasil”, disse, em uma clara demonstração de que vive uma fase de completa e absoluta paixão.
Durante a entrevista, em Los Angeles, a palavra paixão foi a mais repetida por ela. Logo depois veio o verbo amar: “Amo cachorros, me sinto muito bem com eles”; “Amo isso de poder ter diferentes vidas, fui para o Alasca e vivi como eles, isso é o que mais amo em Hollywood”; “Nunca nadei com baleias, mas as amo e quero que as pessoas as deixem em paz. Já nadei com golfinhos, amei”; “Amo viajar e amo o Brasil”, disse, em uma clara demonstração de que vive uma fase de completa e absoluta paixão.

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